Se não for agora, quando?

Tem hora de parar e tem hora de partir.
Tem hora de permanecer quieto e calado num canto,
e tem hora de cantar e de voar.
Agora, agora não é hora de dobrar as asas,
nem de calar a voz,
nem de catar gravetos para fazer o ninho.
Agora não é hora de sentir remorsos.
Não é hora de buscar consolo,
nem de caiar o túmulo.
Agora que estou na beirada,
bêbado de alegria
e pronto para o salto,
não me segure em nome de nada.
Não queira impedir-me
dizendo que é muito cedo,
ou que é muito tarde,
ou que está escuro, é perigoso, muito alto,
muito fundo, muito longe…
Não!
Se você não puder incentivar-me para o salto;
se você não puder empurrar-me
em direção à Vida,
então não me segure.
Não me prenda, nem me amarre.
Não envenene com teu medo a minha dança.
Seja só uma silenciosa testemunha desta vertigem.
Porque agora, agora é hora de voar.
É hora de abrir-me a todas as possibilidades.
E saltar num vôo livre e sem destino
para dentro de mim mesmo.

(Edson Marques)

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Um pensamento sobre “Se não for agora, quando?

  1. Voe livre sempre!
    Nada e nem ninguém tem o direito de tentar te prender ou impedir.
    Voe livre e sempre!
    Você tem o poder e o dever de ser livre para voos cada vez maiores e mais altos!
    Voe livre e sempre!
    Embriague-se com a beleza de ver a vida – e a ti mesmo – por novos angulos e com outras nuances de cores!
    Voe livre!!!
    Voe sempre!!!

    Beijoe!!!!!

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