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Sempre me senti diferente dos outros …

By Si Schurhaus
Foto:  Si Schurhaus

“Sempre me senti diferente dos outros. Não mais bonita, não mais inteligente, não mais especial, não mais esperta, não mais maluca, não mais legal, apenas diferente. Sou diferente na forma de sentir, tudo que me toca, me toca fundo. Tudo que me alegra, me alegra muito. Tudo que me dói, dói forte, corta. Nunca tive muitos freios em matéria de sentimento. Sempre que eu quis ir, fui. Muito me estrepei. Sempre que quis falar, falei. Muito me ralei. Aprendi um pouco a calar, a tentar respirar fundo e pensar.”

Tati Bernardi

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A Linguagem das Flores

A linguagem das flores, primeiro livro de Vanessa Diffenbaugh, é um relato acurado dos mistérios do coração.
Você nunca mais vai olhar para as flores do mesmo modo.

Esse livro me fez compreender milhões de coisas, a dificuldade que tive em apreender a amar, os medos que ainda tenho do desconhecido,
a vontade de querer e ter algo que sempre me assustou muito, que é o amor. Ele é tão desejado mas temido, mas se a gente não se permitir nunca irá sentir …
A Victoria me ensinou que mesmo sem nunca ter sido amada, podemos aprender a amar, e que sim seremos amadas. Uma coisa é certa, como diz meu terapeuta
” Quem tem medo, não tem nada!”
“Talvez os indiferente, os rejeitados, os mal-amados pudessem aprender a dar amor com tanta abundância quanto qualquer outra pessoa.”

By Si Schurhaus

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A Última Música – Nicholas Sparks

A Última Música – Nicholas Sparks é o livro que acabei de ler…
Um reflexão profunda de valores e sentimentos, creio que muitos sabem a dor de uma perda, mas quando
nos deparamos com a realidade do sentimento que isso realmente importa e como somos impotentes perante este sentimento, começar a valorizar coisas que de extrema importância como a de dizer TE AMO a quem infelizmente não podemos mais dizer…
mas é claro que existe milhões de formas de se falar, mas posso dizer que ficar somente em pensamentos e deixar de expressar esse sentimento tão lindo é a maior idiotice que podemos fazer, por isso quero deixar aqui escrito TE AMO!
E espero que você nunca deixa para depois as coisa mais importantes da sua vida que são as pessoas que amamos não saberem disso.

By Si Schurhaus 

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Uma Leitura

By Si Schurhaus

Há um bom livro, esse me faz viajar, imaginar um mundo existente
em um novo mundo para mim.
Livro, imaginação, verdades, flutuam em uma mente que não para, mas
quando lhe surgi com letras que embriagam, que me fazem parar no tempo,
para descobrir novos tempos.
Quando viajo no mundo de delírios e embriaguez de  escritores maravilhosos
e como viajo eu me delicio em momentos unicos, momentos meus, somente meus…
Com o livro eu navego em mundos distantes, caminhos em lugares que são inacessíveis,
nunca deixe de viajar nas loucuras imaginarias e verdadeiras das letras que fazem sua vida ser mais emocionante.
Ocupe seu tempo e sua cabeça com livros.

By Si Schurhaus

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Fernão Capelo Gaivota, Richard Bach

By Nélio Filipe

Este livro conta a história de uma gaivota que não se conforma em passar
a vida em busca de alimento, disputando um peixe com o resto do bando…

Fernão quer mais, quer alçar largos vôos, aprender, evoluir…

Sendo assim, passa seus dias e noites tentando, e tentando mais uma vez,
até a exaustão, a perfeição do vôo…
Sendo diferente de todos os outros…..

“A maior parte das gaivotas não se preocupava em aprender mais do que os simples fatos do vôo
– como ir à comida e voltar. Para a maioria, o importante não é voar, mas comer.
Para esta gaivota, contudo, o importante não era comer, mas voar…
– Por que, Fernão, por que? – perguntava-lhe a mãe.
– Por que é que lhe custa tanto ser como o resto do bando?… Por que não come?…
– … Eu só quero saber,… é tudo (respondia ele)
… Há tanto que aprender!
… Em vez da monótona labuta de procurar peixes junto dos barcos de pesca,
temos uma razão para estarmos vivos! Podemos subtrair-nos à ignorância,
podemos encontrar-nos como criaturas excelentes, inteligentes e hábeis.
Podemos ser livres! Podemos aprender a voar!

Certa vez, as gaivotas reunidas o esperavam, e ele é chamado ao centro,
o que poderia significar duas coisas: grande vergonha ou grande honra, e pensava consigo mesmo:

“… não quero honras… Só quero partilhar o que descobri, mostrar a todos esses
horizontes que estão à nossa frente…

Mas, o Mais Velho, em nome da dignidade e tradição das gaivotas, profere o veredicto:
Fernão é expulso, desterrado para uma vida solitária, acusado de ser irresponsável…

Irresponsabilidade? Meus irmãos! Quem é mais responsável do que uma gaivota que descobre e
desenvolve um significado, um propósito mais elevado na vida?
Passamos mil anos lutando por cabeças de peixe, mas agora temos uma razão para viver,
para aprender, para descobrir, para sermos livres!…

Mas seus argumentos não surtiram efeito…
Fernão Gaivota passou o resto de seus dias sozinho, mas voou muito além dos Penhascos Longínquos.
A solidão não o entristecia. Entristecia-o que as outras gaivotas se tivessem recusado a acreditar na
glória do vôo que as esperava. Recusaram-se a abrir os olhos e a ver.
Aprendia cada vez mais… voou através de nevoeiros cerrados e subiu acima deles
para céus estonteantes de claridade… enquanto qualquer outra gaivota ficava em terra,
conhecendo apenas neblina e chuva…
O que outrora desejara para o bando tinha-o agora só para si.
Aprendera a voar e não lamentava o preço que pagara por isso.
Fernão Gaivota descobriu que o tédio, o medo e a ira são as razões por que a
vida de uma gaivota é tão curta, e, sem isso a perturbar-lhe o pensamento, viveu de fato uma vida longa e feliz.
Tempos depois …

…As duas gaivotas que surgiram junto às suas asas eram puras como a luz das estrelas…
– Muito bem. Quem são vocês?
– Nós somos do seu bando, Fernão. Somos suas irmãs…
Viemos para levar você para mais alto, para levá-lo para casa…

E Fernão Capelo Gaivota elevou-se com as duas gaivotas brilhantes como estrelas para
desaparecer num céu perfeitamente escuro.
Enquanto se afastava da terra e ultrapassava as nuvens, em formação com as duas gaivotas,
notou que o seu próprio corpo se tornava tão brilhante como os delas.
Em realidade, era o mesmo Fernão Capelo Gaivota que sempre vivera por detrás dos olhos dourados.
Só a forma exterior se modificara…
…A lembrança da sua vida na terra sumia-se….
Nos dias que se seguiram, Fernão verificou que neste lugar havia tanto para aprender
acerca do vôo como houvera na vida que deixara para trás. Mas com uma diferença.
Aqui as gaivotas pensavam como ele.
Para cada uma delas o mais importante na vida era olhar em frente e alcançar a perfeição…

– Onde estão os outros, Henrique?… Por que somos tão poucos aqui? No lugar de onde eu vim havia…
– … milhares e milhares de gaivotas. Eu sei – Henrique abanou a cabeça …
– A unica resposta que encontro, Fernão, é que você é um daqueles pássaros que se encontram num milhão.

Quase todos nós percorremos um longo caminho…
Tem alguma idéia de por quantas vidas tivemos que passar até chegarmos a ter a
primeira intuição de que há na vida algo mais do que comer…?

Mil vidas, Fernão, dez mil!
E depois mais cem vidas até começar a aprender que há uma coisa chamada perfeição,
e ainda outras cem para nos convencermos de que o nosso objetivo na vida é encontrar essa perfeição…
escolhemos o nosso próximo mundo através daquilo que aprendemos neste…

…Nunca deixem de aprender, de treinar e de lutar por compreender
cada vez e melhor o perfeito e invisível princípio de toda a vida…

Vê mais longe a gaivota que voa mais alto.

“FELIZ NATAL A TODOS”

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Gosto de gente assim

“Gosto muito de gente assim como você.
Gosto de gente que ri, chora, se emociona com um simples telefonema,
uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço.
Gente que ama e curte saudade, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais.
Admira paisagens, poeira e chuva.
Gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternura,
compartilhar vivências e dar espaço para gente que gosta de fazer as coisas que gosta,
sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis, …por mais desgastantes que sejam.
Gente que colhe, orienta, se entende, aconselha, busca a verdade e quer sempre aprender,
mesmo que seja de uma criança, ou de pessoas espontâneas.
Gente de coração desarmado.
Em ódio e preconceitos baratos.
Com muito amor dentro de si.
Gente que erra e reconhece, cai e se levanta.
Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros…
…e fazendo redentoras suas lágrimas e sofrimentos.
Gosto muito de gente assim como vocês.
E desconfio que é deste tipo de gente que Deus também gosta!”

Arthur da Távola